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- Birmânia: Aung San Suu Kyi boicota sessão do parlamento
- Presidente da Birmânia garante que processo de democratização não será
revertido
- UE decide renunciar à maior parte das sanções contra a Birmânia
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Birmânia: Aung
San Suu Kyi boicota sessão do parlamento: Nobel da Paz e outros membros do
seu partido rejeitam o juramento a que estão obrigados tvi24 / CP
| 23- 4- 2012 8: 8
Aung San Suu Kyi
e os outros membros do seu partido eleitos deputados boicotaram esta
segunda-feira a sessão inaugural do parlamento por discordarem do juramento,
rejeitando, assim, os lugares conquistados nas eleições.
O partido de Suu
Kyi, a Liga Nacional para a Democracia, discorda do juramento a que os
deputados estão obrigados e que obriga a «salvaguardar» a Constituição redigida
pela junta militar que governava o país, e entretanto dissolvida, e pediu, sem
sucesso, que as palavras fossem alteradas para «respeito» à Constituição.
O presidente
birmanês, Thein Sein, afirmou não ter qualquer intenção de alterar o juramento
dos deputados, salientando que cabe a Suu Kyi decidir se ocupará ou não o seu
lugar no parlamento.
Thein Sein
garantiu em Tóquio que o processo de democratização no seu país não será
revertido.
«Não voltaremos
atrás», afirmou, ao manifestar o desejo do Governo birmanês de «cooperar [com
Aung San Suu Kyi, líder da oposição e Nobel da Paz] no sentido de prosseguir a
mesma direção no interesse da população».
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Presidente da
Birmânia garante que processo de democratização não será revertido RTP - 23 Abr, 2012
O
presidente da Birmânia, Thein Sein, garantiu hoje em Tóquio que o processo de
democratização no seu país não será revertido.
"Não
voltaremos atrás", afirmou Thein Sein, ao manifestar o desejo do Governo
birmanês de "cooperar [com Aung San Suu Kyi, líder da oposição e Nobel da
Paz] no sentido de prosseguir a mesma direção no interesse da população".
O presidente
birmanês disse, porém, que não tem a intenção de alterar o juramento que deverão
prestar os deputados eleitos, apesar da reivindicação de Suu Kyi, salientando
que cabe à líder da oposição decidir se pretende ocupar o lugar no Parlamento
que conquistou.
Suu Kyi e os
outros 36 membros do seu partido eleitos anunciaram que vão hoje boicotar a
sessão inaugural do Parlamento por discordarem do juramento que os obriga a
"salvaguardar" a Constituição redigida pela junta militar que
governava o país e, entretanto, dissolvida. A oposição pediu que as palavras
fossem alteradas para "respeito" à constituição.
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UE decide
renunciar à maior parte das sanções contra a Birmânia Voz da Russia -
23.04.2012,
Os ministros do
Exterior dos paises comunitários acordaram levantar todas as sanções outrora
aplicadas à Birmânia, menos a proibição ao fornecimento de armas em sinal de
reconhecimento das mudanças democráticas ocorridas no país.
Como se sabe, na
Birmânia, sob o poder da junta militar durante quase 50 anos, em 2010,
realizaram-se as eleições gerais, tendo sido formado, no ano passado, o governo
civil.
Nas eleições
suplementares, organizadas em inícios de abril, alguns assentos parlamentares
foram ganhos pelo partido Liga Nacional pela Democracia, chefiado por Aung San
Suu Kyi, que passou cerca de 20 anos na prisão domiciliária.
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- Suu Kyi apresenta candidatura para eleições de abril
- Birmânia: Três mortos em explosão
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Suu Kyi apresenta candidatura
para eleições de abril Fatim Missionaria_19/01/2012
A Nobel da Paz será candidata pela Liga Nacional para
a Democracia. Suu Kyi tinha sido impedida de participar nas eleições
parlamentares de 1990, quando o partido conquistou 392 dos
A líder da oposição birmanesa, Aung San Suu Kyi,
apresentou ontem, 18 de janeiro, a sua candidatura às eleições legislativas da
Birmânia, marcadas para o 1 de abril. Centenas de pessoas congratularam-se com
a iniciativa da Nobel da Paz. A mulher de 67 anos será candidata pela Liga
Nacional para a Democracia (LND).
Suu Kyi tinha sido impedida de participar nas
eleições parlamentares de 1990, quando o partido conquistou 392 dos 485
assentos em disputa. Em novembro de 2010, o país teve as suas primeiras
eleições legislativas dos últimos 20 anos. Depois de quase meio século no
poder, a junta militar dissolveu-se. Em março de 2011 cedeu o poder a um
governo civil.
Aung San Suu Kyi passou grande parte das últimas
duas décadas em prisão domiciliária. Foi libertada há pouco mais de um ano.
Desde então, o governo multiplica reformas: amnistia e libertação de detidos,
inclusive prisioneiros políticos; direito de criar sindicatos, direito à greve
e direito de se manifestar, entre outras coisas. A comunidade internacional
apoia e aplaude as mudanças, refere a agência Misna.
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Birmânia: Três mortos em
explosão Diario Digital_19 de janeiro 2012
Três pessoas morreram e outra ficou ferida
gravemente na sequência da explosão de um engenho na zona do norte da Birmânia
controlada pela minoria Kachin, cujos líderes negociam a paz com o Governo,
informou hoje a imprensa oficial.
A explosão da mina ocorreu na quarta-feira numa
estação de autocarros na localidade de Mogaung, perto da fronteira com a China,
quando havia muitos passageiros em trânsito devido à celebração do novo ano
lunar.
Segundo o diário «Nova Luz de Myanmar», que cita
fontes policiais, o engenho foi instalado por guerrilheiros do designado
Exército de Kachin Independente.
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- Milionário norte-americano George Soros vai encontrar-se com Aung San
Suu Kyi
- Mianmar terá eleições parciais em 1º de abril
- Birmânia: 16 mortos e 79 feridos em incêndio em Rangum
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Milionário norte-americano George Soros vai encontrar-se com Aung San Suu
Kyi Sol_30 Dic. 2012
O investidor e milionário norte-americano George Soros, cuja fundação
financia projectos na Birmânia, vai encontrar-se na próxima segunda-feira com a
opositora birmanesa Aung San Suu Kyi, divulgou hoje um porta-voz da Nobel da
Paz. Suu Kyi irá receber Soros na sua casa em Rangum, indicou Nyan Win, em
declarações à agência noticiosa francesa AFP, sem adiantar mais pormenores.
A fundação de Soros, a Open Society, apoia na Birmânia vários projetos que
têm como principal objetivo promover e encorajar a democratização do país.
No passado dia 2 de Dezembro, a opositora birmanesa, que celebrou
recentemente o primeiro aniversário da sua libertação da prisão domiciliária,
em 2010, recebeu a visita da secretária de Estado norte-americana Hillary
Clinton.
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Mianmar terá eleições parciais em 1º de abril (AFP)_30/12/11
As eleições parciais birmanesas, nas quais a opositora Aung San Suu Kyi
poderá participar, acontecerão em 1º de abril de 2012, informou nesta
sexta-feira à AFP uma fonte governamental. Mais de um ano depois das eleições
de novembro de 2010, boicotadas pelo partido de Suu Kyi, a votação designará os
candidatos a 48 cadeiras nas duas assembleias nacionais e das assembleias
regionais. "As eleições parciais acontecerão em 1º de abril",
declarou a fonte.
Os candidados terão que registrar seus nomes entre 16 e 31 de janeiro.
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Birmânia: 16 mortos e 79 feridos em incêndio em Rangum Expresso_29 Dic. 2012
Pelo menos 16 pessoas morreram e outras 79 ficaram feridas num incêndio num
armazém de Rangum, a principal cidade da Birmânia, que se alastrou às casas
vizinhas, revelaram as autoridades. De acordo com as informações das
autoridades locais, o fogo teve início num armazém do Estado antes de amanhecer
e alastrou-se rapidamente a algumas construções adjacentes, muitas das quais
construídas em madeira. Enquanto os bombeiros continuam a busca de corpos no
local e as autoridades investigam as causas do incêndio, um funcionário
hospitalar revelou que entre os mortos está, pelo menos, um bombeiro que
sucumbiu a uma explosão dentro do armazém quando combatia o incêndio.
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- Primeira-ministra tailandesa se reunirá com Aung San Suu Kyi
- Mianmar prevê "paz perpétua" em três anos, diz ministro
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Primeira-ministra tailandesa se reunirá com Aung San Suu Kyi (AFP)_17/12/11
A primeira-ministra tailandesa, Yingluck Shinawatra, anunciou neste sábado
que na próxima semana se encontrará com a opositora pró-democrática birmanesa
Aung San Suu Kyi. Yingluck viajará à capital de Mianmar, Naypyidaw, na
segunda-feira para uma reunião de líderes políticos da região e aproveitará a
viagem para se deslocar a Rangun e se encontrar com a prêmio Nobel da Paz.
Será o primeiro encontro de um primeiro-ministro tailandês com Suu Kyi,
destacou um porta-voz governamental. "É uma mulher notável que luta pela
democracia", disse Yingluck em sua aparição televisionada semanal. Suu Kyi
foi libertada recentemente após mais de duas décadas de prisão domiciliar e
espera-se que participe nas eleições que serão realizadas em Mianmar no início
de 2012.
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Mianmar prevê "paz perpétua" em três anos, diz ministro Terra Brazil_17/12/11
O governo de Mianmar planeja acabar, em um prazo de três anos, com uma
série de longos conflitos com etnias rebeldes e ordenou que as suas tropas
interrompam ofensivas contra as milícias Kachin, informou o principal
negociador de paz do país. O governo está discutindo acordos de cessar-fogo com
vários grupos étnicos armados e pode até anunciar os acertos em uma conferência
especial no Parlamento, informou o ministro da Indústria e chefe do grupo que
negocia a paz, Aung Thaung. "Serão cerca de três anos para obtermos
acordos de paz com todos os grupos étnicos armados", afirmou Aung Thaung a
repórteres na sexta-feira.
Alcançar o cessar-fogo com os muitos grupos armados do país é uma exigência
do Ocidente para a retirada de sanções contra Mianmar, e o governo tornou o
projeto uma prioridade em meio a várias reformas lançadas nos últimos meses.
Entre elas está a libertação de mais de 200 presos políticos.
Autoridades dos EUA afirmam que o processo de paz deve ser o principal
desafio para os líderes civis, que querem reformar a Nação do Sudeste Asiático
após cinco décadas de governo militar. Aung Thaung afirmou que, até agora,
acordos com dez grupos foram alcançados e que o presidente, Thein Sein, ordenou
que os militares deixassem de enfrentar o Exército da Independência Kachin
(Kia, na sigla em inglês), uma das maiores guerrilhas do país.
Entretanto, a luta com o Kia continua, de acordo com grupos de defesa dos
direitos humanos e fontes da milícias Kachin, apesar das ordens dadas pelo
presidente. "Pode haver conflitos esporádicos em algumas regiões remotas,
porque as tropas podem não ter recebido a instrução, devido à falta de um bom
sistema de telecomunicações", afirmou Aung Thaung quando perguntado por
que alguns soldados não respeitaram as ordens de Thein Sein. A vencedora do
Prêmio Nobel Aung San Suu Kyi, que planeja buscar a reeleição no próximo ano
para um cargo vago no Parlamento, está pressionando pelo acordo de paz por anos
e defende a autonomia, sob sistema federal, para pelo menos três grupos
étnicos.
Ela pediu um "Segundo Acordo Pinlong" no último ano, quer seria a
retomada de um plano esboçado em fevereiro de 1947 e apoiado pelo seu falecido
pai e herói da independência, Aung San, mas abortado após o assassinato dele,
cinco meses depois. Thein Sem pleneja realizar uma conferência no Parlamento
muito maior do que a Pinlong, afirmou Aung Thaung, com o objetivo de firmar
todos os acordos de cessar-fogo e assegurar que os conflitos não voltem.
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- Suu Kyi vai participar nas próximas eleições na Birmânia
- Birmânia: Bomba mata dez pessoas
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Suu Kyi vai participar nas próximas eleições na Birmânia Sol - 18 Novembro 2011
A Liga Nacional para a Democracia «decidiu unanimemente voltar a
registar-se como partido político e vai mesmo concorrer nas próximas eleições»,
pode ler-se no comunicado que surgiu após uma reunião entre os membros do
partido. A decisão é definitiva. O principal partido da oposição birmanesa vai
mesmo entrar na próxima corrida eleitoral, que ainda não tem data marcada,
depois de ter boicotado as eleições de Novembro do ano passado – as primeiras
ao fim de 20 anos. A decisão surge numa altura em
que já se começam a ver alguns sinais de reformas e abertura no país.
«O que estamos a fazer agora envolve um grande risco, mas é
tempo de correr riscos porque na política nunca se pode ter 100 por cento de
certeza de que vamos ser bem sucedidos», disse a líder Suu Kyi. A vida política
da liberal Suu Kyi não
tem sido, de todo, facilitada. No último sufrágio de 2010, o partido
democrático recusou-se a participar nas eleições devido a uma restrição imposta
pelo governo que impedia Suu Kyi, e todos os antigos presos políticos, de
concorrer a um lugar no parlamento. A cláusula pretendia atingir explicitamente
a grande opositora do regime da junta militar, que depois conduziu uma acção de
boicote às eleições. Já em 1990 o partido da Liga Nacional para a Democracia
ganhou as eleições, mas a junta militar recusou-se a admitir e a legitimar os
resultados. Na sequência destas eleições, o regime militar manteve a opositora
em prisão domiciliária durante um total de 15 anos. Mas os sinais de abertura
política começam agora a aparecer lentamente. O governo civil birmanês,
liderado por um antigo oficial do exército, que foi também primeiro-ministro no
regime da junta militar, tem vindo a mostrar alguma boa vontade perante a
opositora Suu Kyi.
O certo é que trazer a protagonista da luta pela democracia de volta ao
cenário político confere mais legitimidade ao actual governo, tanto a nível
nacional como internacional. Depois de Suu Kyi ter conversado com Obama,
pedindo-lhe sinais de confiança na Birmânia, os Estados Unidos anunciaram que a
secretária de Estado, Hillary Clinton, irá visitar o país no próximo mês, nesta
que será a primeira visita feita em mais de 50 anos. A Dama de Rangum confirmou
assim que vai lutar por um dos 48 assentos parlamentares que vão a votos, ainda
sem data marcada, apesar de admitir que «o caminho que temos pela frente está
repleto de dificuldades e o caminho para a democracia é infinito».
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Birmânia: Bomba mata dez pessoas Lusa - 14 Novembro 2011
Pelo menos 10 pessoas morreram na explosão de uma bomba na capital do
estado de Kachin, no norte da Birmânia, disseram hoje as autoridades
governamentais birmanesas.
A explosão, registada no domingo à noite, na cidade de Myitkyina, causou 23
feridos, incluindo cerca de 15 crianças, de acordo com a agência noticiosa
France Presse, citando uma fonte estatal, que pediu o anonimato. Aparentemente,
a explosão não foi intencional e terá ocorrido quando um homem tentava mostrar
a outros "como colocar uma bomba", disse a mesma fonte da
administração birmanesa, citada pela AFP.
No sábado explodiram outras duas bombas na mesma cidade, sem causar
vítimas, noticiou o jornal oficial estatal birmanês New Light of Myanmar. O
país tem registado, nos últimos anos, a explosão de diversas bombas, que as
autoridades birmanesas atribuem a grupos no exílio ou a rebeldes das minorias
étnicas que reclamam mais autonomia face ao governo birmanês.
Kachin é um dos mais perigosos estados da Birmânia, sendo o palco de um
conflito de décadas entre representantes da etnia kachin e as tropas
governamentais.